quinta-feira, 18 de março de 2010

Pesquisa na escola e os usos das tecnologias



A vinda da Ângela do NTE (Núcleo de Tecnologia Educacional) em nosso grupo de trabalho de educação e jovens e adultos e as conversas que tivemos sobre as possibilidades do uso das tecnologias na escola têm feito eu pensar sobre meu trabalho. Ângela falou-nos sobre os limites do uso do computador quando encarado como uma forma mais sofisticada de redigir textos, ou ainda, quando a Internet é vista como uma fonte mais rica pesquisa, pesquisa esta ainda entendida como reprodução de idéias alheias. Estes usos não explorariam, por exemplo, a interatividade, descortinada pela tecnologia de informação (TIC). A diversidade de formas de compartilhar conhecimentos possibilitada pelas TICs poderia contribuir no desenvolvimento de práticas pedagógicas mais ricas, nas quais os alunos assumiriam o papel de autores e várias linguagens poderiam ser articuladas. Estas indicações me fazem pensar nos limites do trabalho que tenho desenvolvido com meus alunos. Não digo que tenho tratado a pesquisa como reprodução. Costumo levar os alunos no laboratório de informática com questões problema e com sites indicados para buscarem pistas para respostas (ou mesmo para formularem novas perguntas). É certo que, por vezes, trata-se de uma simulação de investigação, pois ela está prevista para ser desenvolvida numa certa trajetória já vislumbrada por mim, professor, sem muitos espaços para outras procuras. Por vezes, as próprias questões de investigação parecem ser questões minhas e não dos alunos.
Por outro lado, olhando com atenção o desenrolar do trabalho percebo que, muitas vezes, as coisas se passam de modo mais complexo. Alguns alunos se apropriam das questões como suas e curiosidades novas ganham espaço. A diretividade na indicação do site parece representar uma seleção prévia necessária diante do difícil desafio de escolher textos mais ricos para a compreensão do tema em questão (parte de um trabalho mais amplo de formação dos alunos leitores que não pode deixar de ter como horizonte uma relação mais autônoma, crítica e imaginativa com os textos). Talvez o principal problema seja o excessivo controle (ou melhor, o desejo ou a ilusão de ter este controle) sobre os resultados e a pobreza da socialização dos mesmos, ou a inexistência desta socialização. Os processos de produção de conhecimento que podem ocorrer na escola talvez tenham nas TICs possibilidades de elaboração, compartilhamento e documentação inusitados. Processos que podem descortinar outros horizontes cognitivos, outras sensibilidades.
Quando o trabalho se desenvolve a partir de um caminho pré definido (questão fechada, site fechado, resposta pronta já esperada) a tendência é que as compreensões produzidas sejam mais limitadas. Mas se o planejamento prevê e almeja transgressões de um roteiro prévio, os resultados (e os processos) podem ficar mais ricos, mais antenados com a complexidade dos fenômenos investigados e com o próprio ato de conhecer. Na reunião com Ângela lembro-me da Giu problematizando uma possível idealização dos usos que os alunos mais jovens tem feito da Internet. Como o uso de jogos, de sites de relacionamento, o compartilhamento de músicas e imagens tem participado do desenvolvimento dos jovens, dos modos como eles vêem o mundo e a si mesmos? O que as formas escolares de conhecimento tem a aprender e a dialogar com estes modos de conhecer produzidos pelos alunos no contato com as TICs?
A fala da Ana Paula, quando avaliávamos a reunião com Ângela, também nos convida a continuar a prosa: avalia-se que, em grande medida, os usos dos recursos da informática pelos professores na escola ainda são muito restritos. Mas afinal quais seriam possibilidades concretas de práticas pedagógicas que exploram as potencialidades das tecnologias?
Estou pensando alto... pra pensarmos juntos...

domingo, 14 de março de 2010

Trabalho em Barão Geraldo - Perfil da área rural

Queridos alunos do 7 ano B e demais internautas,
Fuçando na internet achei um texto que apresenta uma pesquisa de duas pessoas da UNICAMP, Oseas Carmo Neves e Nilson Antonio M. Arraes, que estão investigando as transformações que estão ocorrendo na área rural de Barão Geraldo. O trecho que transcrevo abaixo nos ajuda na caracterização dos tipos de trabalho desenvolvidos em nosso distrito atualmente. Aí vai:
No distrito de Barão Geraldo identificou-se três grandes regiões rurais: 1.região nordeste: compreendida entre a rodovia Campinas Mogi Mirim e a estrada da Rhodia, possuindo atividades intensivas em pequenas áreas de produção hortifrutigranjeiros, atendendo ao mercado atacadista; atividades ligadas ao lazer, chácaras de aluguel, açudes para pescas esportivas e lazer e fazendas de médio porte (monocultura de café). 2.região noroeste: compreendida entre a rodovia D. Pedro e os arredores da estrada de Paulínia (região do bairro Real Parque e adjacências), possuindo atividades de hortifruticultura, onde na sua maioria as propriedades tem as maiores extensões de terra voltada para monocultura de açúcar (cana) e criação de animais. 3.região central: compreendida pelos arredores da estrada da Rhodia (região da fazenda Rio das Pedras), possuindo áreas localizadas às margens do ribeirão das pedras e próximo ao Jardim do Sol. Essas áreas são de poucas atividades agrícolas, na sua maioria área de pastagens e de criação de gado. Nessa breve e sintética caracterização, constatamos um conjunto significativo de propriedades rurais familiares que exercem suas atividades na agricultura, mas que, o dinamismo dessa última, esta diretamente ligada a incorporação de outras atividades, consideradas não-agrícolas, tem termos de geração de renda e dinamismo e otimização da própria ocupação dessas propriedades. Com isso, a pluriatividade dos agricultores é aqui percebida quando parte da família procura trabalho no comércio e nas indústrias da cidade de Campinas e região. É justamente essa somatória da renda dessas atividades (agrícola e não-agrícola), fora e dentro da propriedade, que mantém a família nessas propriedades rurais. Mesmo porque, acreditamos que as estratégias pluriativas desses moradores familiares vêm de encontro com o próprio desejo dos mesmos em permanecer nesses locais, isto porque, mesmo com todas essas dificuldades, o rural é ainda percebido como local de tranqüilidade e qualidade de vida, bem diferente dos bairros urbanos de uma cidade do porte de Campinas.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Trabalho em Barão Geraldo


O texto abaixo foi produzido a partir das idéias dos alunos no 7o B quando conversamos, na aula de História, sobre os diferentes tipos de trabalho realizados em Barão e aqueles que estão em expansão. Nossa idéia é aprofundar nossos conhecimentos sobre as condições em que estes trabalhos são realizados e investigar as mudanças e permanências do perfil do trabalho no nosso distrito e em Campinas ao longo do tempo. Gostaríamos de ouvir comentários, sugestões, problematizações para avançarmos em nossa pesquisa. Ah! Uma das dúvidas quando fechamos este texto foi: a criação de animais para corte e/ou produção de leite é algo significativo na área rural de Barão? O Sérgio achou que sim. O Henrique achou que não. Quem pode nos ajudar na busca de informações? Pensamos também que alguns trabalhadores do distrito poderiam deixar um comentário explicando como é o seu dia a dia de trabalho, as condições em que trabalha, se gosta do que faz... Aí vai o texto:

Na aula de História do 7 ano B, no dia 22 de fevereiro, discutimos a seguinte questão: quais são os diferentes trabalhos realizados em Barão Geraldo, especialmente aqueles que estão em expansão? Procuramos pistas para responder esta questão a partir das nossas vivências em Barão e dos nossos conhecimentos. Identificamos três tipos de trabalho em áreas diferentes: construção civil, prestação de serviços/comércio e agricultura.
Nosso distrito tem crescido muito nos últimos anos. A construção de estabelecimentos comerciais e de residências (sobretudo condomínios) tem feito crescer a demanda por trabalhadores da construção civil: arquitetos, engenheiros, mestre de obras, pedreiros, pintores, encanadores, eletricistas. A construção civil também requer trabalhadores ligados à comercialização de materiais de construção e de imóveis (imobiliárias). Esse crescimento residencial de médio e alto padrão cria a necessidade de mais trabalhadores prestadores de serviços tais como empregadas domésticas, jardineiros, porteiros, seguranças. O aumento da população faz crescer outros setores do comércio tais como supermercados, farmácias, padarias, postos de gasolina, mecânicas de automóveis.
Os bares e restaurantes também têm ganhado um grande espaço em Barão Geraldo. Com eles chegam empresários desse ramo, garçons, cozinheiros, faxineiros, entregadores, músicos.
Na área rural encontramos trabalhadores que produzem frutas, verduras, legumes, hortaliças mas também o setor de produção de flores é bem desenvolvido e está relacionado à pequenas indústrias que produzem embalagens para sua comercialização.
Além dos trabalhos já citados o aumento da população e do comércio também incentivou trabalhos relacionados à comunicação e à publicidade. Assim, nessas áreas, estão envolvidos profissionais que trabalham no setor gráfico, designers de computação, publicitários, jornalistas.
Um outro tipo de trabalhadores citados na aula e que se fazem presentes em Barão Geraldo são os que atuam na área da educação. Professores e outros profissionais desse setor trabalham em universidades, cursos de línguas, escolas públicas e privadas de educação infantil, ensino fundamental e médio, creches.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Páginas interessantes

Colegas, incluí os LINKS das páginas indicadas pela professora Angela. Os LINKS estão dispostos no item "Páginas Favoritas", onde já contém vários outros Links de páginas voltadas à educação, jornais, revistas, entre outros.
Prof. Everaldo Rocha.

domingo, 13 de dezembro de 2009

Linha do tempo

Trabalho desenvolvidos pelos alunos do Ensino Fundamental da EMEF Dulce Bento Nascimento. As maquetes caracterizam a linha do tempo do Brasil - período colonial até os dias atuais.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Desabafo de uma Professora

"Tá passando da hora" de se pensar SERIAMENTE em "Educação" em nosso País .Mas também "está passando da hora" de se pensar sobre na educação que estamos dando aos nossos filhos!!

Este texto é um relato de uma professora sobre a realidade da escola pública. Sem o apoio da mídia, só nos resta a internet para divulgar o que acontece.
PROFESSOR – UMA ESPÉCIE EM EXTINÇÃO

Por verônica Dutenkefer (20/06/2009)
Esse texto que escrevo precisamente agora é mais um desabafo. Desabafo de uma profissional que está lecionando há mais de 22 anos e que não sabe se sobreviverá por mais dez anos, que é o tempo que ainda precisarei trabalhar (por mais que ame muito o que faz).
Trago comigo muitas perguntas que não querem calar. E talvez a mais inquietante é: O que será necessário acontecer para se fazer uma reforma educacional neste país????
Constantemente ouço ou leio reportagens com as autoridades educacionais proclamarem a má formação de seus professores. Culpando as universidades, a falta de cursos de formação e culpando-nos evidentemente.
Se a educação neste país não vai bem só existe um culpado: o professor.
E aí vem meus questionamentos: Como um professor de escola pública pode fazer o seu trabalho se ele precisa ficar constantemente parando sua aula para separar a briga entre os alunos, socorrer seu aluno que foi ferido por outro aluno, planejar várias aulas para se trabalhar os bons hábitos na tentativa vã de se formar cidadãos mais conscientes e de melhor caráter?
Nos cursos de formação nos é passado constantemente a recusa de um programa tradicional e conteudista, mas nossas avaliações de desempenho das escolas, nossos vestibulares e concursos públicos ainda são tradicionais e nos cobra o conteúdo de cada disciplina.
Como pode num país.....num estado...num município haver regras tão diferentes entre a rede particular e pública?
Na rede particular as escolas continuam conteudistas, há a seriação com reprovação, a escola pode suspender ou até mesmo expulsar um aluno que não esteja respeitando as regras daquela instituição.
A rede pública vive mudando o enfoque pedagógico (de acordo com o partido que ganhou as eleições), é cobrado cada vez menos do aluno, não se pode fazer absolutamente nada com um aluno indisciplinado que até mesmo coloca em risco a segurança de outros alunos e funcionários daquela instituição.
Dia a dia....minuto a minuto... os professores são alvos de agressões verbais e até mesmo física pelos alunos.
A cada dia somos submetidos a níveis de stress insuportáveis para um ser humano. Temos que dar conta do conteúdo a ser ensinado + sermos responsáveis pela segurança física de nossos alunos + sermos médicos + enfermeiros + psicólogos + assistentes sociais + dentistas + psiquiatras + mãe + pai ......
E quando ameaçados de morte e recorremos a uma delegacia pra fazer um boletim de ocorrência ouvimos: “Isto não vai adiantar nada!”
Meus bons alunos presenciam o mal aluno fazendo tudo o que não pode ser feito e não acontecendo nada com ele. É o exemplo da impunidade desde a infância.
Meus bons alunos presenciam que o aluno que não fez absolutamente nada durante o ano, passou de ano como ele, que se esforçou e foi responsável.
Houve um ano que eu tinha um aluno que era muito bom. E ele começou a faltar muito e ir mal na escola. Os colegas diziam que ele ficava empinando pipa ao invés de ir pra escola.
Um dia, tive uma conversa com ele, e perguntei o que estava acontecendo? E ele me disse: “Prá que eu vou vir prá escola se eu vou passar de ano mesmo assim?” Então eu procurei aconselhar (como faço com meus alunos até hoje) que ele devia freqüentar a escola, não para tirar notas boas nas provas ou passar de ano. Ele deveria vir a escola para aumentar seu conhecimento que é o único bem que ninguém poderá roubar. Que a escola iria ajudá-lo a aprender e trocar conhecimentos com os outros e ajudá-lo a dar uma melhor formação na vida..
Depois dessa conversa ele não faltou mais tanto....mas nunca mais voltou a ser o excelente aluno que era.
Qual a motivação de ser bom aluno hoje em dia? Seus ídolos são jogadores de futebol que não falam o português corretamente e que não hesitam em agredir seus colegas jogadores e até mesmo os árbitros. Ensinando que não é necessário haver respeito as autoridades e aos outros. Ou são dançarinas que mostram seu corpo rebolando na televisão e pousando nuas para ganhar dinheiro. Para quê eu me matar de estudar se há tantas profissões que não são valorizados e nem respeitadas? ??
Conheci (e ainda conheço e convivo) ao longo de minha carreira na escola pública, inúmeros profissionais maravilhosos. Pessoas que amam a sua profissão, que se preocupam com seus alunos, que fazem trabalhos excepcionais. Que possuem um conhecimento e formação excelentes, mas que estão desgastados e quase arrasados diante da atual situação educacional.
Li a poucos dias num artigo que os cursos de filosofia, matemática, química, biologia e outros todos ligados a área de magistério não estão tendo procura nas universidades.
Lógico!!!!! Quem é que quer ser professor??? ?????? Quem é que quer entrar numa carreira que está sendo extinta, não só pela total desvalorização e respeito, mas também pela falta de segurança que estamos enfrentando nas escolas.
Fiquei indignada com uma reportagem na TV (que aliás adora fazer reportagens sensacionalistas colocando o professor sempre como vilão da história) em que relatava que numa escola um aluno ameaçava os outros com um revólver e num determinado momento o repórter perguntou: ”Onde estava o professor que não viu isso??!!” E agora eu pergunto: “O que se espera de um professor (ou de qualquer ser humano), que se faça com uma arma apontada pra você ou pra outro ser humano??? Ah...já sei...o professor deveria enfrentar as balas do revólver!!!! Claro!!! As universidades e os cursos de aperfeiçoamento de professores não estão nos ensinando isso.. Vocês tem conhecimento de como os professores de nosso país estão adoecendo???? Vocês sabem o que é enfrentar o stress que a violência moral e física tem nos submetido dia a dia? Você sabe o que é ouvir de um pai frases assim:
“Meu filho mentiu, mas ele é apenas uma criança!”
“Eu não sei mais o que fazer com o meu filho!”
“Você está passando muita lição para meu filho, e ele é apenas uma criança!”
“Ele agrediu o coleguinha, mas não foi ele quem começou.”
“Meu filho destruiu a escola, mas não fez isso sozinho!”
Classes super lotadas, falta de material pedagógico, espaço físico destruído, violência, desperdício de merenda, desperdício de material escolar que eles recebem e, muitas vezes, não valorizam (afinal eles não precisam fazer absolutamente nada para merecê-los), brigas por causa do “Leve-leite” (o aluno não pode faltar muito, não por que isso prejudica sua aprendizagem, mas porque senão ele não leva o leite.) Regras educacionais dissonantes de acordo com a classe social dos alunos. Impunidade.
Mas a educação não vai bem, por causa do professor..
Encerro esse desabafo com essa pergunta que li a poucos dias:
Essa pergunta foi a vencedora em um congresso sobre vida sustentável.

"Todo mundo 'pensando' em deixar um planeta melhor para nossos filhos... Quando é que 'pensarão' em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"
O BOM NESTE PAÍS É SER POLITICO. APOSENTA-SE COM 8 ANOS DE "TRABALHO(?) ".
TRABALHO?? JÁ VIU ALGUM POLÍTICO TRABALHAR? 1 OU 3 DIAS DE COMPARECIMENTO NO LOCAL DO TRABALHO, COM PAGAMENTO EXTRA SE COMPARECER MAIS 1 DIA E COM GANHOS EXORBITANTES!!!! É ESSE BRASIL QUE O BRASILEIRO SEM CULTURA E SEM CONDIÇÃO DE AVALIAÇÃO, MERECE!
É ESSE O BRASIL DO PT ( PARTIDO DOS TRANBIQUEIROS, TRAFICANTES, TRAIDORES..TRANQUEIRAS..ETC.
PASSEI A TER VERGONHA DESTE PAÍS!!

domingo, 4 de outubro de 2009

Vídeos - Históricos e Culturais

Vídeos educativos da história e cultura de diversas cidades brasileiras e pontos históricos. São vídeos da série "Momento Brasil" entre outros.
Os vídeos relacionados podem ser utilizados com finalidade pedagógica pelos professores de História, Artes, ACE ou qualquer outro componente curricular que desejar trabalhar a interdisciplinaridade.
Temas:
* A história do cinema; * Origem do teatro; * Cordel; * História da Bossa Nova;
* Documentário Carmem Miranda; * Pelé - o eterno rei do futebol; * Salvador;
* São Luiz; * São Paulo; * Rio de Janeiro; * Rio São Francisco, entre outros.
Público alvo: Alunos do ensino fundamental e médio.


Vídeos - Educação

Vídeos - Geografia - Sistema Solar

Vídeos educativos - Espaconave terra são compostos por vários episódios abordando o sistema solar.
São ferramentas pedagógicas riquissímas para exploração do tema nas aulas de geografia e componentes curriculares afins.
Público alvo: Alunos do 5º ao 9º ano do ensino fundamental regular e EJA, e ensino médio.